A arte é uma forma de expressar o reflexo do mundo na alma que cria. E portanto, é essencial à vida humana.
Daniela de Amorim (D.A.L.)
sábado, 24 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Para pensar...
Por que tudo o que é público é tratado com desleixo: ensino público, saúde pública, espaço público?
Daniela de Amorim. D.A.L.
Daniela de Amorim. D.A.L.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Violência Urbana
Vivemos uma época em que muitos conceitos importantes que pautam o bom convívio social foram banalizados.
A quetão da ética, do respeito à diferença, da noção de pertencimento ao todo - tudo isto anda adormecido...
A cada dia que passa, as notícias de violência se proliferam e geram um sentimento cada vez mais comum de banalização da mesma. Até porque algo que acontece com frequência perde o poder de surpreender (tanto para o bem quanto para o mal). E isto, é preocupante.
Mas, o mais preocupante é a forma como o Estado lida com esta violência que cresce desenfreadamente.
Não há política de inclusão e a educação cada vez mais falida como projeto social.
Todo um panorama de segregação entre os que possuem e os que não posuem.
Uma idéia equivocada de associação de pobreza à violência.
Uma postura opressora e repressora do poder público no que tange aos menos assistidos e um crescente desrespeito à populção carente (sempre confundida ou associada ao crime de uma forma geral).
Somado a tudo isto, temos operações de enfrentamento da violência, o que gera mais violência e não resolve nada. Fica uma sensação de impotência e medo... Desamparo do cidadão frente ao quadro de abandono no meio do caos urbano que se desenha todos os dias.
Todos com medo de todos e o Estado inoperante no que tange ao trabalho de prevenção da violência que cresce.
Enquanto a educação for tratada como algo menor, enquanto a desigualdade social for crescente gerando espaços de segregação entre grupos socias, enquanto o Estado operar com repressão em detrimento da prevenção, enquanto a lógica do dinheiro sobrepujar todas as formas de manutenção da dignidade da pessoa humana... não haverá melhoria alguma neste quadro que aí está.
Daniela de Amorim (D.A.L.)
A quetão da ética, do respeito à diferença, da noção de pertencimento ao todo - tudo isto anda adormecido...
A cada dia que passa, as notícias de violência se proliferam e geram um sentimento cada vez mais comum de banalização da mesma. Até porque algo que acontece com frequência perde o poder de surpreender (tanto para o bem quanto para o mal). E isto, é preocupante.
Mas, o mais preocupante é a forma como o Estado lida com esta violência que cresce desenfreadamente.
Não há política de inclusão e a educação cada vez mais falida como projeto social.
Todo um panorama de segregação entre os que possuem e os que não posuem.
Uma idéia equivocada de associação de pobreza à violência.
Uma postura opressora e repressora do poder público no que tange aos menos assistidos e um crescente desrespeito à populção carente (sempre confundida ou associada ao crime de uma forma geral).
Somado a tudo isto, temos operações de enfrentamento da violência, o que gera mais violência e não resolve nada. Fica uma sensação de impotência e medo... Desamparo do cidadão frente ao quadro de abandono no meio do caos urbano que se desenha todos os dias.
Todos com medo de todos e o Estado inoperante no que tange ao trabalho de prevenção da violência que cresce.
Enquanto a educação for tratada como algo menor, enquanto a desigualdade social for crescente gerando espaços de segregação entre grupos socias, enquanto o Estado operar com repressão em detrimento da prevenção, enquanto a lógica do dinheiro sobrepujar todas as formas de manutenção da dignidade da pessoa humana... não haverá melhoria alguma neste quadro que aí está.
Daniela de Amorim (D.A.L.)
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